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segunda-feira, 28 de abril de 2025
sábado, 26 de abril de 2025
O que aprendi até agora sobre heroísmo
Sei que nunca é o melhor momento escrever nas condições que me encontro mais uma vez. Sinto uma grande vergonha da minna fraqueza. Mas é melhor eu escrever sobre o que me deu vontade agora, para esse texto não que surgirá não ficar apenas no plano das ideias em esquecimento.
Ao longo da minha existência tenho visto por aí sobre esperança da vinda de um herói que salvará a humanidade dos males do mundo. Um muito conhecido e esperado é Jesus. Cristãos confiam e tem plena fé do retorno desse messias, para que ele vença e acabe com as coisas ruins que tem prejudicado a humanidade, que chamam de pecados.
Não julgo quem tem fé na vinda de um herói, mas no meu entendimento, deveríamos nós mesmo, cada um, ser um herói. É bom salvar alguém. Salvar mais de um, então, é ótimo. Cada um salvando todos, melhor ainda.
Diluir uma figura única, de herói e salvador da humanidade e do mundo, não tem figura de todos de uma geração, faria existir de fato uma humanidade.
As vezes, pela minha paranoia de acreditar que as pessoas veem meus pensamentos, me da a sensação de que esperam que seja eu uma figura de herói. Me da a impressão de que esperam uma melhora do meu comportamento, que infelizmente é ruim até agora, para acreditarem em si mesmos e se sentirem também heróis, ou tomarem uma atitude para se organizarem e iniciarem uma mudança nos rumos que a sociedade tem se encaminhado.
Então, caso dependam de uma figura de liderança para se inspirarem e terem motivação para um começo de ajuda às outras pessoas. Podem olhar para si mesmos e se tornar esse herói que a humanidade espera aparecer.
Pois mesmo que eu melhore meu comportamento, não tenho, nunca tive e talvez nunca tenha um bom emocional para lidar com fanatismo sobre mim.
Vou deixar relatado aqui nesse texto também como foi meu comportamento quando tive uma pseudo fama e pequena liderança de um grupo, no fim da adolescência. Nesse caso, me importei mais em fomentar uma rivalidade com outro grupo do que promover paz e amizade entre as pessoas. E para com o comando do que deveria ser feito quando quando nos encontrávamos, nunca dei ordens para fazer essa ou aquela atividade. Nos encontros as pessoas eram livres. Sobre a pseudo fama que recebi combinando esses encontros, me sentia mal por receber cumprimentos de pessoas que eu não fazia ideia de quem eram, e ter que fingir que à conhecia, respondendo genericamente: eai "cara!".
Então se for para surgir um herói salvador que nunca terá capacidade de saber quem é cada um de nós. Se esse heroísmo que esperam de alguém que salvará uns e condenará outros ao invés de ajuda-los. Entendo eu que esse herói famoso e único, é desnecessário.
Agora que já escrevi tudo que queria registrar aqui nesse blog, sobre o que aprendi até agora a respeito de heroísmo. Me retiro e agradeço pela oportunidade de ter sido ensinado a como por meus pensamentos em escrita.
E pra finalizar esse texto realmente, sei que o que escrevi pode estar errado. Mas como no prólogo desse blog, deixo aberto para quem quiser me mostrar onde essa minha ideia está errada. E se ela estiver, Foda-se!
terça-feira, 15 de abril de 2025
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