O jogo é mal programado.
Sei que alguém, em algum lugar, em algum tempo, projetou a sociedade atual. Fizeram isso através de leis, de programas de incentivo, de programas de educação. Mas o jogo ficou mal programado. Existem muitos erros, muitos bugs, muitas quests erradas. E num jogo onde todo npc é também um player, a vida acaba sendo bem prejudicada. É fácil morrer e não tem respawn.
O jogo ao vivo tem momentos bons, mas onde um pequeno grupo de pessoas eleitas para administrar as atualizações, e essas pessoas tem ideias de algumas ordens religiosas, onde também esses administradores se preocupam mais em farmar gold do que deixar o jogo agradavelmente jogável, ocorre um erro grave, quase incorrigível.
E isso é tudo o que eu tenho para criticar sobre o jogo, no dia de hoje. Precisava muito tirar esse pensamento da cabeça.
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sábado, 20 de abril de 2024
Live Action of the Life
sexta-feira, 19 de abril de 2024
Sai da madrugada vacilão
E aí patife, vai ficar no vacilo até quando? Essa vida não é mais ti. Essa máscara não te serve mais. Esse esconderijo mental já ficou ultrapassado. Não é por esse caminho que tu vai esconder o jogo.
O jogo vai rodar até o fim agora, e tu precisa passar esse boss. Tu sabe que não é difícil. Para de se esconder atrás de auto agressão. O chefe já sabe teu movimento e tu ja sabe o movimento do chefe. Bora terminar essa fase.
Ontem tu foi contemplado com um teste. Seguiu até certo ponto bem firme. Mas aquele gatilho.. aquele velho gatilho, te perseguindo desde a infância, te enfraqueceu.
Hoje é um novo dia. Mais uma luz solar pra te iluminar. Ta na hora de mostrar todo aquele potencial que sempre disseram que tu tem. Não precisa ter medo. Esse medo que tu sente faz parte do boss da fase seguinte.
Nunca vão te falar a verdade, aceita isso.. para de viver invertido. Tu não é malandro, tu não é assim. Tu é anti isso que tu ta sendo agora.
Chega.
Não incomoda mais os outros, viva pra si, se cuide. Cuida do teu corpo, é ele que aparece pros outros. Tu sabe que eu estou dentro de ti, dentro desse corpo, se tu continuar agredindo o corpo, eu vou sumir antes de tu mostrar que é alguém bom, se tu continuar se agredindo, nós dois vamos desligar. E no fundo tu não quer desligar antecipadamente.
Tenha força vacilão, tu ja chegou muito mais longe do que a maioria chegaria.. Acredite nisso!
Rimas com iu.
Dezenove de abril.
A sanidade me escapuliu.
Fiquei na orla a ver navios.
Tu e todo mundo, durante a tempestade, partiu.
Não gostaria de escrever palavrões, mas Puta Que Pariu!
Se eu pudesse faria como Diogenes, moraria num barriu.
Mendigaria dia e noite a fio.
Me alimentaria do suco de chorume, que da lixeira caiu.
A separação entre o físico e interior, esteve sempre aqui, mas ninguém viu.
Agora me despeço, dizendo sempre o "Vida Longa", de maneira gentil.
Sem enteder como tive a sorte de nascer nesse gigante país, Brasil.
sábado, 13 de abril de 2024
Dúvida genuína
Suponhamos que por acaso uma pessoa começasse a transmitir seus pensamentos para os outros animais do planeta, incluindo as pessoas. Uma transmissão única de dentro pra fora, de uma única pessoa, sem a capacidade dessa pessoa ler o pensamento das outras pessoas.
Considerando a suposição, de que maneira essa pessoa que transmite e compartilha, involuntariamente, seus pensamentos, poderia provar que a suposição é um fato, para as outras pessoas, que negam o acontecimento, dizendo que não se passa de uma paranóia, causada por um transtorno psicológico, sem tratamento correto, e uso de drogas?
Me indago sobre isso, pois no início das escritas aqui nesse ambiente virtual, considerei meu corpo e meu pensamento duas coisas diferentes. E por acaso, posso, de alguma forma, ter defenestrado de dentro de mim, meus pensamentos, para dentro do pensamento dos outros.
quarta-feira, 10 de abril de 2024
Pensamento público
Parece ser, praticamente bom, deixar os webamigos, livres e sem sufoco, enquanto escrevo textos sobre mim, para eu mesmo.
Digamos que eu esteja aprendendo a conversar comigo, através de um certo tipo de cartas virtuais.
Se eu tivesse capacidade, descreveria aqui todas as vezes que notei coisas muito singulares, acontecendo ao meu redor, como por exemplo palavras de pessoas, que pareciam falar sobre mim, sobre algo que me aconteceu, mas que por enquanto, acredito que pelo meu comportamento inadequado, não possa ser revelado.
Agora, 13 anos depois de iniciar os escritos aqui, vejo que os primórdios do blog, ja anunciava uma separação entre corpo e mente. A tal coisa que percebo em gestos e conversas, é de fato uma separação, um compartilhamento do meu pensamento com os outros. Eu ja estou cansado de falar sobre isso. Até porque algumas pessoas, sem muita convicção, confirmaram o fato. E o que eu comecei a fazer lá no início das escritas, agora vivo acreditando que consegui, e me incomoda.
Perceber que o pensamento não é mais unicamente meu, que ele foi tirado do segredo, que está exposto, atrapalha, pela incapacidade de saber o que fazer com isso.
Eu não sou o que eu penso, pois minha linha de raciocínio foi construída com o que viví e com o pouco estudei, e os pensamentos que surgem ao longo das socializações, são manipulados pelo ambiente.
Ter o pensamento público é a pior das coisas que podeira acontecer com alguém que já almejou ser um nada.
Um texto sem drama
Servindo o que não serve
Morte feliz
Quando eu era guri
morri de rir,
literalmente!
Uma piada foi contada
e eu sufoquei dando risada,
infelizmente.
Deixei amigos e família,
mas hoje sou uma estrela que brilha,
intensamente.
Lembrança de um tal medo
Gostaria hoje de relatar um acontecimento da infância, que provocou um medo em quem me criava e educava, fazendo eu ter alguns cuidados a mais do que o necessário, para me estimular o máximo possível, na esperança de eu não desenvolver deficiência intelectual.
Certa vez, com uns 4 anos de idade, na creche que eu ia, entrei em alguns pneus. Um colega empurrou os pneus e caí de costas, batendo a cabeça numa pedra. cortou e sangrou muito. E todos sabem que criança bater a cabeça é perigoso.
Minha mãe, desde então, me tratou demasiadamente atenciosa e preocupada com meu desenvolvimento.
Aparentemente não tive retardo. Mas sinto que há algo diferente comigo. Não condeno o mimo que recebi, nem os momentos estressantes. Porém parece que não fui treinado muito bem para socializar. Me vejo sempre implorando atenção e demonstrando carência. Talvez essa carencia e sufocamento que provoco, seja resquícios de muito mimo.. talvez seja medo de um solidão que possa existir num futuro.
Enfim.. depois desse desabafo, que deveria ser feito em uma terapia psicológica, para um profissional da saúde mental guiar meu raciocínio para ver o lado bom disso, eu termino o texto.
Só voltarei aqui, hoje, para escrever mais, se surgir algum texto poético para digitar.
terça-feira, 9 de abril de 2024
Descrevendo a sinopse
Um retrato escrito
(demasiados textos, transmitidos em palavras avuslas, a absorção, através dos sentidos que meu corpo físico possui).
Do ponto de vista alheio
(interpretações através da linha de raciocínio, leigo e limitado, que meu cérebro, utilizando o pensamento, produz).
De uma criatura abstrata
(existência física e mental, conflituosa, partilhada, visível e sem hierarquia entre corpo e pensamento, que abstrai as relações sociais que tento ter).
O resultado da carência
Nessa tarde de 9 de abril, acabei me empolgado com a atividade de escrever, por isso estou aqui novamente produzindo o terceiro texto do dia falando sobre mim, como faço sempre que converso com alguém. E como nesse momento as pessoas que eu converso virtualmente pararam de me dar atenção e eu senti carência, como sempre acontece, preferi escrever mais um pouco aqui nesse local virtual que quase ninguém acessa, e que diferente das outras redes sociais, não é impulsionado, algoritcamente, para outras pessoas.
Sendo assim, resumindo em um parágrafo o motivo do meu terceiro texto, passo para a fase seguinte do que estou fazendo. Escrever o real assunto que vim digitar. Quero nesse texto resumir e relatar sobre 2023.
Ano passado, quando estava em algum momento dos 6 meses que fiquei em abstinência de drogas, sempre que parava para pensar em algo que me intrigava, ouvia barulho de construções. Martelos batendo, serras serrando, coisas assim. Pensava sempre que eram os vizinhos, caso realmente eles tenham acesso ao meu raciocínio, exemplificando que a atividade que eu fazia era um trabalho. Digo isso pois aparentemente teve construção na minha rua quase que o ano inteiro em 2023.
Em 2023, também consegui superar a tal paranoia em partes. Desconsiderando o meio do ano que estava relacionando muitos textos antigos com minha vida, a maior parte do ano eu relevei as tais coincidências que me aconteceram. Por exemplo o relato anterior sobre o barulho de construção constante.
Agora por fim, para o texto não ficar muito longo, e depois de eu ter escrito o que me deu vontade de escrever, e que provavelmente eu escreveria para algum webamigo por conta da minha carência, saciei meu desejo e compulsão de escrita que senti. E caso alguém leia isso algum dia, deixo também um muito obrigado por ter me dado a atenção que meus atuais contatos evitaram de me dar pelas condições que me encontro.
Paranóia ou pedido/conselho de um vizinho
Ao produzir o texto "quebra de regra", antes de começar a digitar e deixar as palavras fluírem através de mim, causando a exposição e registro dos meus pensamentos, ouvi uma criança vizinha gritar "para!"
Curiosamente o grito poderia se encaixar com minha atividade e ter sido realmente dirigido a mim, no caso da tal paranóia nao ser realmente paranóia, como dizem ser, e esse tal vizinho tendo acesso ao que estou fazendo dentro da minha privacidade. Porém se considerar o contrário, ou eu tentar relatar isso para alguma pessoa dentre os que me tratam, certamente vão desconsiderar a possibilidade dos meus pensamentos estarem sendo transmitidos para esse tal vizinho e vão dizer que foi uma coincidência, dirão que o vizinho falou "para" para outra coisa que ele estava fazendo, e meu raciocínio de relacionar com minha atividade foi apenas uma paranóia.
Sendo ou não paranóia, é esse tipo de coisa que me perturba. No caso de não ser sintoma da doença, eu sinto que perdi completamente minha privacidade, e por isso será difícil encontrar alguém pra compartilhar a vida. E caso sendo apenas um sintoma de psicose, eu infelizmente enlouqueci. E ser louco também afasta as amizades e possíveis amores.
Quebra da regra
Dois mil e vinte e quatro,
estou vivendo apenas
quebrando a regra.
Mas o que posso fazer,
se tu leitor,
a verdade, não me entrega.
Sinto e sei
que a vida nesse ano,
tem sido
uma vida de merda.
Sei que posso ser melhor,
posso me superar,
ir muito mais além,
descobrindo como viver,
ou o que fazer,
com o acaso que me aconteceu.
Entretanto,
caso sem guia,
ou sem professor,
a realidade é que fodeu!
quinta-feira, 4 de abril de 2024
Não superação
Pensava ter superado
boa parte do que me aperta o coração,
mas vi que ainda é cutucado
coisas de uma antiga paixão.
Hoje senti saudade,
meus olhos suaram,
se eu pudesse chorava um balde,
ainda bem que não notaram.
O óculos me camuflou,
escondeu a minha dor,
sem despedida me vou,
ignorando o julgamento
de manipulador.