Nessa tarde de 9 de abril, acabei me empolgado com a atividade de escrever, por isso estou aqui novamente produzindo o terceiro texto do dia falando sobre mim, como faço sempre que converso com alguém. E como nesse momento as pessoas que eu converso virtualmente pararam de me dar atenção e eu senti carência, como sempre acontece, preferi escrever mais um pouco aqui nesse local virtual que quase ninguém acessa, e que diferente das outras redes sociais, não é impulsionado, algoritcamente, para outras pessoas.
Sendo assim, resumindo em um parágrafo o motivo do meu terceiro texto, passo para a fase seguinte do que estou fazendo. Escrever o real assunto que vim digitar. Quero nesse texto resumir e relatar sobre 2023.
Ano passado, quando estava em algum momento dos 6 meses que fiquei em abstinência de drogas, sempre que parava para pensar em algo que me intrigava, ouvia barulho de construções. Martelos batendo, serras serrando, coisas assim. Pensava sempre que eram os vizinhos, caso realmente eles tenham acesso ao meu raciocínio, exemplificando que a atividade que eu fazia era um trabalho. Digo isso pois aparentemente teve construção na minha rua quase que o ano inteiro em 2023.
Em 2023, também consegui superar a tal paranoia em partes. Desconsiderando o meio do ano que estava relacionando muitos textos antigos com minha vida, a maior parte do ano eu relevei as tais coincidências que me aconteceram. Por exemplo o relato anterior sobre o barulho de construção constante.
Agora por fim, para o texto não ficar muito longo, e depois de eu ter escrito o que me deu vontade de escrever, e que provavelmente eu escreveria para algum webamigo por conta da minha carência, saciei meu desejo e compulsão de escrita que senti. E caso alguém leia isso algum dia, deixo também um muito obrigado por ter me dado a atenção que meus atuais contatos evitaram de me dar pelas condições que me encontro.
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