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quinta-feira, 31 de julho de 2025

Dia de vida 12534

 ... Algumas horas depois.
    Primeiramente, quero dizer que estou ouvindo sons que silenciam interferências externas, que provavelmente modelariam meu raciocínio, acreditando que parte do pensamento relatado foi positivo ou negativo. E também preciso relatar que, as coisas escritas, horas antes, no caso, no dia de ontem, estão escritas à caneta, em folhas de papel, em um caderno. São 25 páginas, que eu nunca vou colocar na teia.
    Agora, voltando sobre o som que ouço, que silencia ruídos externos. Esse som me lembra aqueles sons capturados por sondas espaciais, enviadas para Vênus. São 10 horas de ruído branco. E embora eu tenha, novamente, entorpecente, para estimular o meu pensar, para eu ficar aqui relatando por onde minha mente caminha. Não é muito. Então o estimulante vai acabar antes do tempo do som que estou ouvindo. E o plano que surgiu de ideia nesse momento, é ficar digitando durante todo o audio de ruído branco, de 10 horas, mesmo após acabar a droga. Para ficar expresso aqui nesse texto, a diferença entre um momento e outro. Ficar registrado como minha mente elabora palavras enquanto estou estimulado e depois quando o efeito se esvai. Porque sentimentalmente é bem diferente. E acredito que forçar a escrita, pra receber de volta essa diferença entre um momento e outro, quando esse retrato pensativo for relido, será algo interessante.
    Hoje é meu dia de vida 12534. O que me deixou triste ao descobrir isso. Porque percebi que perdi o dia 12345. O dia 12345 deveria ter sido atencioso para comigo. E eu não faço ideia do que fiz nele. Mas imagiando que ele aconteceu dentre os últimos 2 anos, é bem possível que foi um dia de consumo de droga e escrita abobrinhológica, com alguém, na internet, que me deu atenção. Não creio que tenha acontecido nada de muito especial. Talvez no dia 12345 eu tenha desejado não usar mais nada, depois que a droga acabou. Talvez tenha sido um dia que eu não tive dinheiro pra comprar e sofri com abstinência. Não sei. Mas não ter prestado atenção nele, me provocou tristeza, quando descobri que o perdi.
    Mas hoje não é o dia de vida12345, hoje é o dia 12534. O que também é interessante. Pois os numeros são de um sequência. Onde o numero 5, que é o número centralizado na sequência 123456789, também está centralizado na sequência 12345, que os números dos dia de vida de hoje formam.
    Preciso deixar bem explicado que a minha ideia e o meu desejo, é escrever cada vez menos, virtualmente e cada vez mais, analogicamente, à mão, com caneta no papel. Mas esse tipo de coisa provoca lesões corporais no punho, dedos, antebraço, ombro, enfim... No braços da escrita inteiro. E como passei 10 horas escrevendo ontem, no papel. Hoje, quando fui anotar a data do dia de vida de ontem e numerar a quantidade de páginas que escrevi. Onde a caneta fica apoiada no dedo, doeu deveras! Então, sem condições de repetir o exercício analógico, hoje, novamente. Hoje só conseguirei digitar. O que é bom. Pelo motivo de que o retrato pensante de como minha linha de raciocínio está sendo construída, será compartilhado e de livre acesso, para qualquer um, daqui pra frente, que tenha acesso à esse meio virtual de comunicação, que chamamos de internet. E com mais expecificidade, compartilhado aqui nessa plataforma, que chamamos de site, blog.
    Relatado o que relatei anteriormente. Seguimos para onde minha cabeça desejar ir. E nesse momento, ela quer mais uma dose, para estimular, acelerar, endoidecer o pensamento. A mente pediu. O corpo fraco, com dependência, ingeriu.
    Enquanto preparava a carreia, para consumir esse mal, social, que destrói meu corpo e minhas relações pessoais. Lembrei que as últimas palavras no texto de ontem foram que eu descansaria o braço mais um tempo, assistindo ao final do jogo de futebol entre internacional versus fluminense e em algumas horas retornaria. Foram demaisadas horas até retornar ao registro do fluxo de pensamento livre. Digamos que tenha sido algo aproximado de 13 horas entre o fim no papel e o início do virutal, relatado aqui, nesse momento. 
    Repartindo o que penso e o que digito. Hoje penso mais antes de digitar. Não sei porque isso está acontecendo. A escrita ainda não embalou. Talvez seja o ruído branco sendo escutado, que atrapalha, por ser um processamento a mais que o cérebro está fazendo. Ouvir, pensar e digitar está me deixando mais lento no processo de deixar fluir sem pausas. Mas se eu tirar o som que inibi estimulos vindo de fora da minha casa, de vizinhos, como aconteceu no dia de ontem, eu vou ser manipulado. E não quero que isso aconteça nunca mais. 
    Eu quero ter a liberdade que todos tem. Mas uso coisas que não gosto, por um desejo que me possui e que me aprisiona nesse eu que detesto. 
    Mas não vou ficar fazendo o que minha mãe disse que eu faço todas as vezes que falo com ela. Segundo ela, dou bom dia e depois reclamo, todos os dias. Então não reclamarei do meu vício. Não reclamarei dos vícios dos outros que me incomodam. Não reclamarei do sistema economico mundial. Não reclamarei de governos, industrias, sociedade, pessoas egoístas. E com pessoas egoítas escrito, preciso dizer. Toda vez que relato coisas políticas, vem em meu pensamento, ao mesmo tempo, pela minha capacidade de pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo, a figura de alguém que admiro por ter crescido financeiramente na vida. Alguém que eu conheci quando eu era bem jovem, na pré-adolescência. Que é alguns consideráveis anos mais velho que eu. Alguém de uma geração diferente da minha. Mais amigo do meu irmão. Por ser irmão do amigo do meu irmão. Mas que surge no meu pensamento, como referência, de alguém com mais conhecimento sobre economia do que eu e que tem pensamentos políticos divergentes dos meus ideais. Não é por mal que ele surge em minha mente. Não sinto inveja alguma dele. O respeito. Tenho admiração pelo sucesso que ele teve na vida, como funcionário de uma boa empresa, trabalhando por muitos anos e ascendendo profissionalmente dentro dela.
    A divergência que tenho para com essa figura, que me surge na mente, relatada no parágrafo anterior, é de que a oportunidade que ele teve, não é para qualquer pessoa. Eu, por exemplo, não teria tido as mesmas oportunidades de crescimento, dentro da empresa, tal qual ele teve. Primeiro pela minha condição psicológica. Segundo por não almejar o que ele almeja. Terceiro por não ter tido um bom relacionamento, que me deu suporte em momentos dificeis e me ajudou a progredir. Mas como disse anteriormente. Não vou reclamar. Vou apenas relatar. Quantos ele deve ter visto passar pela empresa que ele trabalha, que tentou e não teve oportunidade às vagas dos cargos que ele já assumiu lá dentro. É isso que tento explicar. A vaga que ele ocupa agora, é de um cargo limitado. E considerando todas as pessoas que eu conheci, durante minha existência, considerando também todas as pessoas que eu não conheço, mas que buscam um bom emprego, um bom salário, uma boa organização financeira. Para ocupar vagas limitadas. A conta não bate. A oportunidade que ele teve, não é pra qualquer um. É uma falsa amostragem de que se quiser, é só se esforçar, que terá o mesmo que ele. Mas tendo mais pessoas, do que vagas e cargos, como o que ele ocupa, é explicito que o que ele defende, que eu critico, é uma inverdade.
    Mas enfim... Não citarei o nome desse meu amigo. Apenas quis relatar que a imagem dele surger em mim, quando penso sobre política, finanças, empregos, sucesso profissional e coisas do tipo. Não sei o motivo desse meu, mais conhecido, do que amigo, para falar a verdade. Mesmo eu tendo respito para com ele e ele para comigo, ter virado referência no meu pensar. E se por acaso ele puder ver que, nesse momento estou relatando esse caso, e esteja pensando bastante na pessoa dele, e isso o esteja incomodando de alguma forma. Peço com sinceridade, mil desculpas.
    Encerrado o assunto anterior, sobre a referência que me vem a mente. Depois de ter posto isso pra fora. Espero que alivie um pouco esse meu fluxo de pensamento que me leva até esse lugar.
    E agora voltando, bem lá atrás. Alguns parágrafos anteriormente escrito. Quando disse sobre as últimas coisas escritas no papel. Que eram sobre descansar assistindo à um jogo de futebol. O internacional perdeu a partida por 2a1 contra o fluminense. E não apenas perdeu. Fez um fiasco. Jogadores profissionais errado passes, cavando penaltis, desesperados, caindo em rodinha. Foi horrível o final da partida. 
    Agora, relatado o jogo, precisso desabafar. Eu odeio minha capacidade de pensar duas coisas ao mesmo tempo. Vou tentar explicar como funciona isso. Enquanto penso e digito. As palavras que penso, geram imagens no meu pensamento. E como a linguagem é algo bem curioso e uma palavra, um texto, pode criar diversas imagens diferentes, gerando duplo sentido, imaginação sobre coisas que não dizem exatemente o que o texto quis dizer. Eu acabo pensando umas palavras, escrevendo um texto, e imganinando cenas diferentes do texto escrito. Por exemplo: Quando escrevi sobre a partida de futebol, entre inter e fluminence, dizendo que o inter não apenas perdeu, mas fez um fiasco. Imaginei uma discussão no relacionamento desse meu amigo, entre ele e a esposa dele. E interpretei o inter sendo esse meu amigo, e o fiasco sendo essa possível discussão. Provávelmente eles estejam tranquilos e até rindo dessa minha forma de pensar. Dessa minha capacidade de ver duplo sentido nas palavras que surgem na minha mente. Das imagens que as palavras que penso produzem, serem diferente da realidade que as palavras querem realmente expressar. É foda conseguir pensar mais de uma coisa ao mesmo tempo. Não desejo esse mal pra ninguém. 
    Acredito também mais pessoas façam isso. Falam. Pensam algo. E veem duas ou mais possibilidade do que aquilo quer dizer. Porém em mim, essas possibilidades acontecem ao mesmo tempo em que estou pensando. Se alguém ler isso aqui. E também ve, ao mesmo tempo, duas imagens, ou uma palavra sobre a outra, dentro de si, quando está pensando. Eu te entendo. Não é fácil!
    Enfim. Espero que tenha dado pra entender esse meu problema de interpretar duplo sentido e imaginá-los ao mesmo tempo. Foi a melhor forma que encontrei pra relatar isso, que já foi chamado de um superdotadismo. E se termina com ismo, é doença. É um mal. Precisa ser trabalhado, tratado, ensinado a lidar, ensinado a usar. Alguma coisa assim.
    Segundo um professor de ciências sociais. Conseguir pensar em mais de uma coisa ao mesmo tempo, é uma potência. Se é potência, pode ser usada para produzir coisas boas. Não se usa potências para maldades. Mas se depois de tudo isso que escrevi, ainda está confuso entender. Encontrei outra forma de explica. 
    Imaginem que há um filme sendo transmitido. E durante o filme há uma legenda passando ao mesmo tempo na tela. Porém a legenda não descreve as falas do filme. A legenda está narrando um outro assunto. Há imagens sobre algo e um texto, que no caso são palavras pensadas, sobre outra coisa que não fazem referência à essas imagens.
    Explicado esse mal que carrego. Cansado de pensar sobre ele. E ainda com sentimento de culpa por ter explicado que tenho uma pessoa que considero amigo, que me surge como referência política. E imaginado que citar sobre a vida dele aqui, pode ter causado algum desconforto nele, ou entre as pessoas que se relacionam profissionalmente ou pessoalmente com ele. Também está me causado bastante desconforto. Então se esse pensamento retratado aqui estiver sendo visto. Saiba que eu não relatei por maldade. Foi apenas para expulsar essa pessoa de ser minha referência daqui pra frente. Se puder perdoar o relato. Mesmo o relato não tendo sido um pecado de inveja. Me de as desculpas que peço.
    Agora, depois de relatar que senti desconforto ao falar sobre imagens que surgem sobrepostas aos textos, reclamativos, que pretendo evitar, sobre políticas sociais, ecônomia, educação, entre outras coisas da sociedade, pretendo encontrar outra linha de raciocínio. E eis que ela surge.
    Ontem, no escrito analógico, no papel. Relatei que não escreveria esses textos de fluxo livre de pensamento até cansar. Escreveria até ficar, não chato, mas sim, até ficar insuportável. Escreveria, até nunca mais me darem atenção nenhuma. Até desacreditarem totalmente em mim. Desacreditarem em alguma capacidade de mudança que um dia tiveram esperança que eu poderia provocar. E talvez, fazendo esse exercício de escrita, pelo segundo dia consecutivo. Curiosamente, com a coincidencia desse exercício cair exatamente no dia de vida 12534. Talvez eu já esteja sendo entendido. Talvez o objetivo já esteja sendo captado. Talvez o desejo que tenho de não ser mais manipulado por ninguém, e que se eu quero alguma coisa, é mais incomodar para ser evitado, do que escrever para conquistar a idolatria de alguma pessoa, como quando me cuido, aparenta sempre acontecer. Eu quero liberdade para viver em paz. E se para eu ter paz, eu precisar ser um chato. Para quando eu voltar a cuidar desse corpo, para que ele tenha mais tempo de vida, não existir, aparentemente, pessoas querendo passar por ele, ter contato visual real, entre meu corpo e os olhos dessas pessoas. Eu serei chato até conquistar essa insignificância. Pois só sendo completamente ignorado. E deixando apenas que meus pensamentos compartilhem ideais de mudança. É que esse pensamento, que acredito ser compartilhado, terá algum potencial de mudar algo.
   É dificil explicar. Eu posso perguntar mil vezes, para mil pessoas. Vocês veem meus pensamentos? Elas responderão trocentas mil vezes, em voz alta, Não! Mas depois, entre códigos e indiretas, darão a entender que sim. E se sim. Se o verbal, deve ser escondido. O visual deve ter igualdade nisso. Esqueçam o corpo, também. Se os ouvidos recebem da voz um não. Os olhos, quando me recuperar das minhas dependências quimicas, também precisam responder esse não, que a boca produz como resposta. 
    Se diretamente, essa coisa que dizem ser apenas uma paranoia. Como relatado no primeiro texto de fluxo livre de pensamento. Receberá sempre a negação como resposta. Será sempre tratada como apenas um sintoma ilusório provocado por uma doença que causa alucinação. Quando eu me recuperar. Porque eu vou me recuperar. E quando eu me recuperar, vou consumir a maior contidade de conteúdo político que eu tenho concordância para com o que é explicado. E se as pessoas conseguir receber, entender e também concordar com as explicações sobre as mudanças que precisam ser feitas nas relações entre emprego, patrão e funcionários. Não precisam se aproximar de mim. Não farei esse consumo para receber idolatria de ninguém, caso, através de mim, e do meu entender, façam outras pessoas também entender, o que os escritores, professores e políticos querem explicar. Farei esse consumo para eu próprio aprender sobre o tema. Pois sou completamente ignorante políticamente, economicamente, socialmente, entre outras questões humanistas. 
    Em uso constante de algo que me faz não ter atenão plena em conteúdos que tenho a intenção de aprender, não conseguirei aprender sobre nada. Então, vou ter que deixar relatado mais uma vez sobre a recusa de idolatria, que aparentemente se constrói, quando me recupero e conquisto alguns primeiros meses de abstinência. Se a voz produzirá um não, para meus ouvidos. Meu corpo deseja receber também dos olhos da socidade, esse mesmo não. Pois o sim dos olhos. O sim das indiretas que percebi ontem, com muita intensidade, me assusta e me faz perder a sanidade com muita facilidade. Eu perco o controle do que posso produzir. Imagino uma sociedade irreal. Imagino um mais pra cá do que pra lá, que talvez não exista. E isso apenas atrapalha todo o processo que estou descobrindo e tentando construir.
    É bom que esse texto, por acaso, esteja sendo publicado virtualmente e que poderá ser acessado por apenas uma pessoa, que print todo ele. E depois esses prints sejam distribuídos em diferentes grupos, para diferentes pessoas. Pois essa ideia de precisar de um não dos olhos, também, que estou reforçando nesse terceiro parágrafo consecutivo, seja de fato respeitado. Eu não preciso de alguém me fotografando de dentro de um carro, para me assustar. Eu não preciso de uma buzina de um vizinho, concordando com um raciocínio meu, sobre raiva ou inveja, para manipular meu entender. Pois talvez o que esteja sendo construído ao redor de mim, seja, e de fato é, muito maior do que esse apenas esse único corpo. Como dizem os namorados ao terminar. E reformulado agora por mim. Não sou eu, são vocês!
    Explicado em 3 parágrafos de que necessito de um não dos olhos e das indiretas, daqui pra frente, senão acabarei em surto, novamente. Procuro um novo pensamento para refletir e registrar. E eis que surge o desejo de mais uma dose de estimulante usar.
    Enquanto preparava a dose de entorpecente que acabei de consumir. Me surgiu a ideia de relatar esses casos de sim dos olhos, que perecebi, algumas vezes, durante a vida. Em dias de vida que desconheço a numeração.
    Certa vez, antes do primeiro surto, de fato, acontecer. E essa percepção imediata de transmissão de pensamento, que eu preciso aceitar que é sintoma de uma doença que provoca alucinação. E isso não é real. Estava eu, um amigo antigo, chamado Deymon e uma moça desconhecida, que apareceu aleatóriamente na praça da alfandega, em porto alegre e sentou conosco para fumar capim loucura, mas que precisava ir até um local para recarregar o crédito do cartão do transporte público. E eu acabei levando ela até um local errado, que não fazia esse tipo de recarga. Mas que ficava próximo ao parque farroupilha. Fazendo-nos decidir ir fumar mais um cigarro de artista nesse parque. Ao sentarmos em um banco, de frente para uma das avenidas que circundam esse parque. Sendo essa avenida, a Oswaldo Aranha. Se é que escrevi certo o nome dela. Passou em um carro. Alguém, de carro, com o vidro do carona levemente abaixado, onde coube apenas a lente de uma câmera fotográfica. E após esse carro sair da nossa linha de possibilidade de nos fotografar, a câmera foi recolhida. Resumindo. Estava eu, Deymon e uma guria desconhecida, totalmente aletória que só queria recarregar o cartão do ônibus e fumar um fuminnho. E um carro passou nos fotografando. 
    Outra vez, após eu sair do caps. Estando com cerca de uns 3 meses de abstinência conquistada. Sentei-me na parada de ônibus pra esperar meu transporte passar, para retornar para casa. E um rapaz, que primeiramente estava ao meu lado, mexeu um pouco no celular. Depois, no primeiro ônibus que passou, ele se posicionou para subir pela porta, posicionou o celular com a câmera diretamente apontada para mim, com as mãos pelas costas, mas com o dedo sobre o botão de fazer captura de imagem. Eu olhei para a mão dele, para o celular apontando a câmera para mim e vi perfeitamente ele pressionar o botão ao lado com o dedo, me fotografando. Saí nessa foto olhando diretamente para ela, provávelmente. 
    Outra vez, após estar saindo de uma reunião com a advogada que trabalha no processo do meu pedido de aposentadoria, pelas minhas condições psicológicas deploráveis. Eu estando com 4 meses sem uso nenhum de droga, considerada pesada, e ilegalizada pelo governo. Dei dois passos para fora do prédio onde fica o escritório e uma mulher passou a mão no meu braço. Aparentemente, apenas para tocar físicamente no meu corpo. E nesse mesmo dia, no retorno para a casa onde eu moro. O ônibus que preciso pegar para chegar aqui nesse bairro é bem específico. Com o preço da passagem mais cara. Pelo bairro ser o mais longe. Mas incrívelmente e inexplicadamente. O ônibus lotou, entrando passageiros que desceram dele, duas avenidas depois. E ao passar pelo corredor, próximo da localização em que me sentei, me encaravam como se estivessem vendo alguém que entraram naquele ônibus, para conseguir ver pessoalmente.
    Tem diversos outros casos, de casos, que quando conquisto melhorias de saúde, fazem crer nesse caso de que a paranoia não é apenas um sintoma ilusórios. Apenas ontem, se eu tivesse ficado relatando cada som que percebi vindo de fora da minha casa, que manipulava a minha percepção de realidade, me fazendo crer mais na possibilidade da veracidade da transmissão que acredito possuir. Eu teria 10 horas de buzinas, marteladas, apto de gato. Se eu parece pra relatar cada vez que percebi a televisão responder o que pensei, feito na manhã de ontem, onde na reportagem a respeito sobre doação de sangue, a intrevistada comentou sobre a possibilidade de criarem grupo de doadores. E eu completei a ideia imaginando esses grupos serem entre vizinhos, conhecidos, de barrios e que fossem pelo menos dois carros, 5 pessoas em cada um, que se combinaram e foram doar. E ela balançou a cabeça positivamente.
    Eu sinto que por indiretas, meus vizinhos, já escancararam a situação. Mas se pergunto com franqueza a resposta pela voz é uma palavra não. Então se é um não mentiroso, e as indiretas sejam um sim que precisa ser escondido. Cessem todos esses sins. Senão vou perder a sanidade. O controle do juízo dessa capacidade. Acabar me considerando maior do que toda a construção ao redor de mim. Que a impossibilidade da televisão responder meus pensamentos tem, esteja sendo respondido por pessoas, que não o caso da entrevistada, mas de quem fala no ponto, no ouvido, de apresentadores de programas ao vivo, com textos feitos exatamente pra me tirar da sanidade. Pois quem controla a mídia, são empresas bilionárias, que correm o risco de serem afetadas drasticamente, quando não dependerem da minha saúde sendo tratada, para levantarem greves internacionais, utopicas, que eu acredito.
    O parágrafo anterior ficou bem confuso, pois não sei explicar, a independência de vocês para comigo, para que haja a organização do povo. Pois quando começar, eu serei o primeiro a morrer, então é irrelevante para mim. E não sei explicar como tentam desestabilizar minha sanidade, ajudando entre vizinhos e me atacando através da mídia. Mídia digital ou tradicional. Tanto faz. Me fazem acreditar em algo que preciso esconder. Depois se acredito e pergunto, negam. Depois que acredito fielmente, não sei controlar o meu pensar. Como está acontecendo nesse momento. Falo, penso, escrevo, pra fora. Não penso, falo, escrevo, pra dentro. 
    Certa vez, quando estava em um breve momento de entrar em surto. Uma jovem muito inteligente, passou por mim e disse: "Ele acha que manda em todo mundo!". E é isso que quero evitar. Acreditar que posso mandar em alguém. Me fazendo acreditarem que meus pensamentos podem ser vistos. Eu acredito que as ideias que acredito serem corretas, deveriam ser seguidas por todos. E as que eu acredito serem erradas, deveriam ser evitadas. Mas no fundo, ninguém está nem aí sobre seguir ou evitar o que acredito. Então se eu não tenho a capacidade de mandar, também não tentem controlar meu pensamento. Com sons durante um determinado pensamento, que me faça acreditar ser uma resposta positiva ou negativa. Enfim. Estão vendo. Todas indiretas recebidas ontem. E nos últimos dias, estão me tirando a sanidade. Vão culpar o uso de droga, mais uma vez. Eu sei. Mas eu vou dormir, acordar e vão me dizer não com a boca e sim com outros sons. Então, se não for apenas ilusão, façam como nessa manhã, me deixem aprender a mentir e dizer não também. E aprender a esconder, aqui nessa pequena região que me locomovo. Que são cerca de uns 8km apenas, esse sim. Beleza? Beleza!
    E agora, depois de todo esse pequeno pânico e antes da vinda de um longo relato sobre a minha história, que eu considero ser mais bonito de deixar relatado aqui e é para onde meu pensamento está indo. Por ter disposição e ser mais prático digitar do que escrever no papel. Relatarei sobre a reflexão que fiz sobre a construção do meu gostar do Grêmio, que fiz ontem à noite. E que no papel ser impossível refaze-la igualmente, como o pensamento foi processado na mente, enquanto reconstruí esse elemento da psiquê humana, que alguns psicólogos gostam de retratar como uma árvore, como está no texto, no papel.
    Quando bem jovem, enquanto eu ainda frequentava a creche, e chamava o colégio normal de colejão. Certa vez a minha cuidadora revolveu fazer um passeio até o "colejão" para que já fossemos nos acostumando com o ambiente que teríamos no ano seguinte. Então foi disponibilizada a quadra esportiva para nós, crianças, brincarmos. E nós crianças fomos jogar futebol. Sem entedermos as regras do esporte, quando a bola passava das linhas que limitam onde deve ser jogado, quem conseguisse pegar ela primeiro, era o time dessa pessoas que recolocaria ela em jogo. E ao disputar o pegar de uma bola para recomeçar a partida. Um guria, mais velha, ja estudante do colégio, olhou para essa disputa e comentou que era um ato bonitinho. Elogiando, de certa forma, o que eu estava fazendo. Isso foi o primeiro reforço positivo, exterior, que tenho lembrança, de receber, sobre o ato jogar, gostar, me interessar por futebol. Depois, refletindo sobre os anos seguintes, nos primeiros anos no colégio normal, não sendo uma creche. Reconstruí memórias de quem eram alguns nos meus companheiros de times, em algumas séries, e em outras, quem eu lembrava mais de serem adversários. Isso durante os anos 90. Até chegar 2001. Depois de ter visto o Grêmio ganhar libertadores em 95, brasileirão em 96. Sem entender muito bem o que aquilo representava. Em 2001, o Grêmio ganha a copa do brasil. Eu estava no que chamavam de 4a série. E no campeonato interclasses, minha turma montou um time apenas com gremistas e demos o nome do time de Olímpico. Eu perdi o último penalti na final do campeonato e ficamso em segundo lugar. Mas até aí. Até esse ano, eu era mais jogador, do que torcedor. Pois correr, por diversas horas, produzia prazer e era uma atividade que meu corpo desejava que fosse repetida outras vezes. Então as raízes dessa árvore começaram a ser produzidas naquele reforço possitivo no passeio que a professora da creche fez, e uma guria chamou de bonitinha a atitude, o tronco dessa árvore começou a ser construído durante o ano de 2001. E os galhos e as folhas, dessa árvore, que é gostar do Grêmio, foram construídas de 2004, quando houve o rebaixamento e eu prestei mais atenção. Pois o time que eu gostava jogaria uma divisão inferior. E tudo se completou em 2005, quando minha família comprou nosso primeiro computador, havia rede social Orkut. Nessa rede social havia a comunidade dos torcedores do Grêmio. E eu comecei a participar e conhecer como é ser um torcedor de futebol. Que não pode, jamais, desejar algo de bom pro rival. Ou coisas do tipo. Enfim. Esse relato é uma reconstrução totalmente diferente da reflexão que construí ontem sobre o assunto. Mas segue pela mesma linha de raciocínio. Só foi um pouco resumida. Readaptada para a forma de comunicação textual. Que é bem diferente da mental. Que talvez tenha sido possível ser vista ontem.
    E como lembro que deixei registrado no texto no papel, também de forma diferente do que vou deixar registrado aqui. Ou melhor, não vou registrar. Pois minha linha de raciocínio me fugiu completamente da lembrança do texto do papel, que traria em partes, diferentemente de como está ali no caderno, pra cá, nesse momento.
    O som de Vênus continua nos meus ouvidos e só agora fui ver que são diferentes capturas de ruídos brancos sendo tocadas em sequência. E se passaram cerca de 3 horas desde que comecei a digitar. Eu tenho a última dose de entorpecente pra usar, alguns cigarros pra fumar e me cansei de rimar com verbos terminados em ar.
    Confesso agora, que acho curioso como certos movimentos que faço, que digitam letras, que corrijo e não aparecem no texto, parecem se comunicar comigo. Ao terminar o parágrafo anterior. Meu dedo digitou sozinho a letra Q, como se meu corpo estivesse perguntando à mim mesmo, o que o parágrafo digitado quis dizer. Isso também aparece em momentos como o relato da construição do gostar do Grêmio, que seguidamente meus dedos digitavam sozinho um Ã, expressão usada aqui na região para quem está falando coisas consideradas idiotas. Outras vezes digita outras letras, que me faz interpretar outra coisa curiosa, que não entendo, como isso acontece. Parece que não tenho controle sobre uma comunicação que eu mesmo estou produzindo. E meu corpo digita uma comunicação, sozinho, como pergunta ou resposta, para meus olhos verem e meu cérebro conversar consigo mesmo.
    Feita a confição. Ao relatar que o "som de Vênus" ainda está em meus ouvidos. Pensei, mas não escrevi. Sobre as vezes que vi Vênus no céu, do meio para o fim da tarde, quando o céu ainda estava bem azul. E lembrei de uma professora linda, inteligente, pela qual me apaixonei, por receber reforço positivo dela, enquanto ela estava fazendo o trabalho de professora dela. Pois registrei certa vez, enquanto estava apaixonado por ela, numa rede social, onde todos viam o que eu publicava, que queria alguém para estar comigo, apontar pra  Vênus e dizer que aquilo era o planeta com o nome de uma Deuas do Amor. Ou algo do tipo. 
    E no parágrafo anterior, na parte onde está escrito: "Pois (digitei)*(essa palavra foi escrita sem eu perceber) registrei* certa vez", como quase conteceu novamente agora, digitei automaticamente a palavra, "certamente". Como se meu corpo estivesse concordando comigo em relatar o caso da paixão, de olhar para Vênus e tudo mais escrito ali.
    São 14:27h. Inalarei a última dose do estimulante que comprei hoje, em vez de ter ido procurar tratamento no CAPS AD, da cidade onde firmo residência. E do momento que comecei a digitar esse parágrafo, até agora, já se passaram 2 minutos.
    Esse CAPS ficar perto de um lugar, onde certa vez vi uma pixação na pista de skate que eu não sei se ainda existe lá, escrita a seguinte frase: "Peida Puta e Faz Zóinho. Viamão Reina, PoA Chora!". E no local onde eu recebia aulas desse professora por quem me apaixonei, haviam outros professores com quem eu tinha conexão pelas redes sociais. Uma dessas outras professores, ao ver eu relatar o avistamento dessa pixação na pista de skate, foi responder a minha publicação com "Pixo Histórico" e eu não sei se foi proposítalmente, por ela ser uma professora de geografia, e esse local próximo ao CAPS, ser uma fonte natural de água, que forma um lago. Uma vertente usada pelos guerrilheiros na revolução farroupilha, quando acaparam nas terras viamonenses. Ela acabou escrevendo primeiramente: "Pico Histórico". Depois que corrigiu para se referir a pixação trocando a letra C pela X, que nos teclados ficam uma ao lado da outra.
    Relatada toda essa parte da história que vivi no ano de 2018, antes de muita gente se afastar de mim, por eu ter tido mais um surto psicótico pesado. Provocado por risadas, por conta da paixão que senti, por receber reforço positivo, sobre algo que conseguia fazer sozinho e naturalmente. Meu pensamento deseja que eu reclame do quanto já riram de mim, nas vezes que senti paixão. Mas como o plano é não reclamar nesse texto, deixarei esse trauma para trabalhar algum dia durante a terapia.
    Agora, 14:41h da tarde de quinta-feira, dia 31 de julho de 2025, como está entitulado no topo desse texto. O efeito da última dose que usei, à nem 20 minutos atrás, começa a se desfazer. E ainda tem gente que realmente gosta desse entorpecente. É um efeito rápido. É extramente caro. É exaustante após o fim do uso. E por sorte, sinto que virá em mim uma forte depressão pós uso. Então vocês terão 3 horas de escrita eufória e depois, algumas horas de escrita triste, mas sem reclamar e por fim uma escrita fugitiva, de alguem estará bem cansado, por estar a mais de 24 horas acordado.
    E por falar em depressão pós uso. Preciso fazer um relato importante e atentar para cuidados com parentes ou familiares ou conhecidos ou amigos, com quem vocês, que algum dia lerem isso aqui, tenham convivência. Ontem eu escrevi no caderno. E normalmente eu sempre estou ou com o computador ligado, deitado, ouvindo música ou podcast enquanto durmo, ou usando o celular. Ontem meu pai chegou e eu estava com tudo desligado e escrevendo com caneta num papel. Um comportamento completamente diferente do comum. E muitas vezes manifestado por alguém que está prestes a tomar uma atitude drástica para silenciar alguma dor que está sentindo. Essas pessoas muitas vezes deixam cartas de despedidas escritas em papel com canetas. Eu estava exatamente numa situação igual a essa. E meu pai, ao vir no meu quarto, comentar sobre alguma coisa que aconteceu entre os estados unidos e o superior tribunal federal brasileiro. Me viu nessa situaçao adversa e me pareceu que o bem feito, dito no final do comentário feito por ele, era para uma situação ruim em que me encontro. E como se o que eu estivesse fazendo fosse uma carta de despedida. Ele incentivava meu suícido. Então prestem atenção se se depararem com coisas do tipo. Perguntem o que é o texto. Peçam para dar uma olhada pra ter certeza se é o que foi respondido que era, mesmo. Pessoas se matam a todo momento. Nesse instante agora, aqui, quando estou digitando isso, alguém se suícidou no mundo. E aí, quando tu estiver lendo essa parte, coisa que acho muito difícil de alguém ter chegado, alguém também acabou de se suícidar.
    Agora com tudo acabado. Sem mais efeito de euforia nenhum sob o corpo. Um extremo cansaço pelo um dia e meio acordado e pela pouca alimentação que tive no dia de hoje. Começarei o chororo sobre o quanto não aguento mais a dependência desse entorpecente que meu corpo está tendo dificuldades para viver sem metabolizar.
    Antes de realmente relatar o quanto eu gostaria de me livrar de tudo isso. E sei que apenas ir ao CAPS não vai resolver o problema. Porque muita coisa precisa ser mudada, além apenas do consumo. Como comportamento, ambiente, atividades de ocupação. Vou enrolar um cigarro de fumo desfiado, para enganar a fome que está surgindo e pensar exatamente para onde meu pensamento irá fluir.
    Pronto. Cigarro enrolado, aceso e que queimando.
    Preciso confessar, que durante todo esse tempo de digitação. Sobre todos esses outros assuntos. Ficou junto na consciência, o peso de ter imaginado um briga de casal, por eu ter relatado sobre a vida que um amigo meu tem. Mais sobre o trabalho que ele tem, do que realmente sobre a vida. Porque meu interesse sobre a vida de alguém, é sempre sobre aqueles que tem necessidades. E tento de alguma forma ajudar com o que acredito possuir. 
    Feita a confissão do pensamento paralelo. Deixo meu pensamento ir para o pedido de descanço. Um pouco de tempo deitado, no escuro, para descansar as costas, enquanto fumo. Mas sei que tirar os fones de ouvido e acabar com o som de Vênus vai me fazer ouvir a rua. E rua me apavora. Não consigo nem pensar em sair de casa sem minha respiração ficar ofegante. Isso é um comentário sobre uma dificuldade de socialização que estou tendo e não uma reclamação sobre a minha vida. Minha vida é boa. Tenho agua, comida, eletricidade e internet. Nos dias atuais. Num país sub desenvolvido como é o Brasil. Tendo isso, já satisfaz o vivente. Se eu me aguentar. Suportar os primeiros dias de crise desejando os picos de euforia falsificada que a droga produz. Conseguirei manter esses quatro elementos necessários para minha satisfação. Pois a droga realmente não me satisfaz nem um pouco. Ela apenas é desejada quando penso que preciso ficar desperto. E ficando desperto, fico longe. De mim e da sociedade. 
    Esse som de Vênus me lembra um pouco o iDoser. Um programa que se dizia capaz de produzir desorientação mental, através de ruídos. Simulando o efeito de um entorpecente. Retirei brevemente os fones de ouvido e o silêncio que ouvi foi bem pacífico.
    Está fazendo 22 graus nessa tarde. E estou sentindo bastante calor. E farei uma pausa, por que nas minhas costas, estou sentindo dor. Retirei o som de ruído branco. Coloquei uma música. E deitarei por cerca de umas 5 ou 7 canções.
    Enrolei mais um cigarro. E está tocando "De volta para o passado - Fabio Brazza". Boa música para refletir sobre mudança enquanto relaxo as costas.
    Ouvi 3 músicas e retornei para cá, com um café, que também é estimulante, em busca de mais doses de euforia. Apesar de saber que o café vai me provocar apenas ansiedade. Isso parece mais uma reclamação. Talvez eu seja um pouco negativo demais. Onde será que aprendi a ser assim?
    Café tomado, parágrafo anterior escrito. Mais 4 músicas e eu escrevo mais algumas horas, direto!
    Pronto. 4 músicas estutadas. Costas descansadas. Mas a vontade de permanecer no computador, escrevendo esse texto. Após o efeito da droga terminar. É nula.
    Acho incrível que como enquanto estou sob efeito, consigo ficar aqui sentado, produtivo, fazendo algo, escrevendo alguma coisa. Mas quando termina, eu só quero deitar e apagar.
    A vontade real é de ligar o condicionador de ar pra refrescar o quarto. Pegar a caneta e o caderno. E continuar um relato do que estou pensando no dia de hoje, no sistema analógico. Biológico. Sei lá.
    No caderno eu posso escrever na cama. As costas doem menos. Mas os dedos doem mais. É uma boa troca, se considerar a invisibilidade do caderno.
    Então vou encerrando tudo por aqui. Desligar o computador. Desligar.