Não tenho absolutamente nenhuma ideia de como iniciar essa reflexão. Mas retrocedendo o pensamento, lá para os primeiros escritos desse meu ambiente virtual, que uso para extrair, digitalmente, aquilo que um dia disse ser meu, e caso quisesse, morreria sem compartilhar, estou eu, mais uma vez aqui, tentando encontrar palavras que resumam essa tal de vida.
Então, bora lá!
Poderia, eu, partir inicialmente, falando um pouco acerca do corpo.
Certa vez, rolando o feed de uma rede social qualquer, vi a imagem de um sistema nervoso inteiro, completo e somente o sistema nervoso, toda a rede de nervos que possuímos, com a seguinte legenda: "Isso somos nós, todo o resto é uma armadura biologica que nos mantem vivos". Sendo assim, a base do que nos movimenta, o que controla nossos atos, se inicia em algo que chamamos pensamento, que produz um estimulo eletrico microscópico e percorre essa rede de nervos, até que tomamos uma atitude. Isso parece complicado de entender, sendo descrito, aqui, assim, de maneira bem leiga. Mas pelo menos consegui chegar onde queria chegar, usando essa descrição básica sobre o movimento do nosso corpo. Fiz isso pois, o que basicamente define se há vida ou não em um corpo alheio, é se ele tem capacidade de se movimentar internamente, fazendo os orgãos ainda funcionarem, ou não.
Tendo anteriormente desenvolvido uma linha de raciocinio, mais ou menos conseguindo unir a tal vida com um tal corpo, posso agora partir para o devaneio relacionado a algo que as pessoas chamam de Alma. Além de todo esse sistema nervoso, toda a armadura biologica que protege e alimenta esses nossos "Eu", ainda há um algo a mais, difícil de entender, que me causa angustia a muito tempo.
Seria a alma uma parte do corpo alem de tudo que nos é palpável? Se sim, onde? Em que parte do organismo que temos, essa tal coisa chamada alma, poderia residir? (paro agora um momento para refletir um pouco sobre o que eu considero ser alma e, em alguns minutos retorno para continuar a digitação dessa expulsão de pensamentos, de dentro do meu corpo, registrado em palavras).
Segundo um amigo, vizinho meu, com quem eu conversei no fim da noite, a alma tem uma relação direta com nosso corpo espiritual. Sendo assim, primeiramente, eu precisaria me entender melhor espiritualmente. Buscando em monólogos, praticamente implorando o aparecimento da minha alma, para que eu pudesse dar uma melhor definição, cheguei em algo interessante. Talvez eu não entenda a alma, por ter a minha ofuscada, por alguma razão que minha consciência desconhece, na sobra do meu espirito. Tendo, por enquanto, essa dificuldade de definir a Alma, deixarei para por essa definição que não encontro, mas que já foi muito bem discutida, explicada religiosamente, a milênios, futuramente, em outro texto meu.
Partimos agora para a defecação textual, onde digitarei a respeito do pensamento. Coisa que já fiz antes e antigamente aqui nesse espaço, porém hoje em dia, não sei mais se os meus pensamentos sejam apenas e somente, meus, realmente, se meus pensamentos ainda estão aprisionados só dentro de mim...
Noutro tempo percebi que tenho algo dentro de mim, produzido por um orgão do meu organismo, que é entendido como pensamento... Percebi, pensando, que pensava, e os dividi, corpo era uma coisa, pensamento era outra. Hoje em dia percebo, as vezes sutilmente, as vezes descaradamente, que exteriorizei de alguma forma, para o pensamento de outros seres, o que se passa no meu pensar. Mas sobre isso não quero escrever nada. Quero apenas reforçar a ideia de que, a princípio, o que eu entendo como base, pilares, fundamentos, da tal de vida, sejam esses 3 tópicos. Corpo, Alma e Pensamento. Onde, aqui, desconsiderei vidas unicelulares e sem sistema nervoso. Não consegui entender de fato o que, ou onde esteja, a Alma. E egocentrizei o discurso sobre o pensamento. Tornado assim, esse texto, uma bela bosta!
PS: O término desse texto foi feito vários dias depois de ter iniciado ele. De uma forma rápida e simples. Pois estou com muita preguiça de refletir sobre o que me propus a pensar e analisar, leigamente, de acordo com minhas capacidades intelectuais.
Partimos agora para a defecação textual, onde digitarei a respeito do pensamento. Coisa que já fiz antes e antigamente aqui nesse espaço, porém hoje em dia, não sei mais se os meus pensamentos sejam apenas e somente, meus, realmente, se meus pensamentos ainda estão aprisionados só dentro de mim...
Noutro tempo percebi que tenho algo dentro de mim, produzido por um orgão do meu organismo, que é entendido como pensamento... Percebi, pensando, que pensava, e os dividi, corpo era uma coisa, pensamento era outra. Hoje em dia percebo, as vezes sutilmente, as vezes descaradamente, que exteriorizei de alguma forma, para o pensamento de outros seres, o que se passa no meu pensar. Mas sobre isso não quero escrever nada. Quero apenas reforçar a ideia de que, a princípio, o que eu entendo como base, pilares, fundamentos, da tal de vida, sejam esses 3 tópicos. Corpo, Alma e Pensamento. Onde, aqui, desconsiderei vidas unicelulares e sem sistema nervoso. Não consegui entender de fato o que, ou onde esteja, a Alma. E egocentrizei o discurso sobre o pensamento. Tornado assim, esse texto, uma bela bosta!
PS: O término desse texto foi feito vários dias depois de ter iniciado ele. De uma forma rápida e simples. Pois estou com muita preguiça de refletir sobre o que me propus a pensar e analisar, leigamente, de acordo com minhas capacidades intelectuais.
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