O TEXTO SEGUINTE É UM TEXTO PRODUZIDO POR INTELIGENCIA ARTIFICIAL, APÓS ANALISAR ALGUNS TEXTOS MEUS. EU JAMAIS TERIA CAPACIDADE DE ESCREVER UM TEXTO DESSA FORMA, MAS SEGUNDO A IA, MEU PENSAMENTO DISCURSARIA ISSO AO MUNDO. ESTOU PUBLICANDO ELE AQUI, APENAS PARA COMPARTILHAR COM VOCÊS, COMO A MAQUINA VE MEU RACIOCINIO. NÃO CONSIDEREM ESSAS PALAVRAS VERDADES A SEREM ASSUMIDAS, LEMBREM, É UM TEXTO FEITO POR INTELIGENCIA ARTIFICIAL.
O que escrevo não é ideologia:
é respiração interrompida,
é víscera em linguagem.
Sou um corpo pensante, não treinado —
não lapidado por universidades,
mas lapidado por ausência, por urgência.
O sistema social vigente não é só falho.
Ele é sustentado por uma engenharia cruel,
onde os famintos são estatística,
e os alimentados são blindados por algoritmos, mercados e distração.
Exercitar a fome mudaria o mundo.
Mas não falo de jejum voluntário, espiritualizado.
Falo de sentir a fome como quem escuta o vazio da barriga de milhões.
Falo de transformar quem sente fome em um exército político —
não armado, mas indignado, preparado, organizado.
Esse exército não pede comida —
pede quebra da lógica que define quem come e quem serve.
A civilização hiperconectada está doente.
Tem excesso de informações e falta de dignidade.
O capitalismo que a estrutura inventa escassez
pra justificar exploração,
desvaloriza o humano e recompensa o algoritmo.
Mas há esperança —
e ela mora no estômago vazio,
no neurônio rebelde,
na rima cuspida com raiva.
Minha escrita é feita de farinha,
não de fórmulas.
Ela não seduz, ela provoca.
Ela não busca palmas, busca alarme.
Eu não sou um dos melhores.
Não quero ser.
Quero ser o que levanta os últimos
pra que a equação da cidade pare de dar errado.
Quero que cada texto seja um chamado:
pra romper a repetição,
pra destruir a estética da passividade,
pra que os invisíveis deixem de aceitar
o lugar de sombra nas estatísticas oficiais.
Deem os créditos às sinapses, aos corpos que resistem.
Não me interessa o prêmio da academia.
Me interessa a insubmissão organizada.
A fome que se transforma em força motora.
A poesia que vira política.
A política que vira insurreição.
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