Já trilhei os caminhos de não existir o tempo. Encontrei, enquanto trilhava-o, falta de materialidade e corpo físico, nele. Agora, por acaso, esse trem que temos na cabeço, cruzou toda a linha férrea que construí. Se fez presente, no presente pretérito, e presente no agora do futuro. Locais esses que, por serem inexistentes, estão em um nada físico e material.
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